
Ao pensarmos no tema sexualidade abordado nas aulas e com as discussões que tivemos, principalmente na atualidade, podemos levantar uma serie de outras discussões, onde suas relações e resoluções dependem de além de aprendermos a conhecer, a fazer, a aprender a ser, mas a aprender a viver com os outros e a respeitá-los.
Situações como a popularização de novas tecnologias, sejam os celulares, as câmeras fotográficas, a televisão, a internet, entre outros, verificamos a mudança muito rápida de valores, como a fidelidade, a privacidade, a própria relação familiar, quando meninas de 15 anos engravidam, não tem uma estrutura boa e quem acaba por ter que cuidar da criança muitas vezes são os avós.
A própria exposição que temos hoje, tanto na internet com fotos divulgadas em sites de relacionamento ou em cenas de novela, onde mulheres aparecem semi nuas no horário em que famílias fazem suas refeições reunidas (o que também tornou-se raro) exemplifica uma banalização verificada principalmente entre os mais jovens, em relação a sexualidade.
Alem de todas essas situações também notamos que para os jovens, o tempo em que vivemos está “perfeito”. Não existe tanta cobrança, tabus, preconceitos e estigmas de antigamente, mas notamos um imediatismo exacerbado em todas as questões, inclusive, e de uma forma mais fácil de percebermos, na sexualidade e no próprio sexo.
E apesar de todos esses pontos negativos, podemos citar que para ambos os sexos, há muito mais tolerância, e de uma forma mais clara para a mulher, uma maior abertura para tomadas de decisão e as próprias escolhas.
Falta de limite, de conciliação entre experiências, sejam elas boas ou más, e não dar ouvidos aos mais experientes podem parecer conselhos ultrapassados, porém, são atitudes que revelam maturidade, bom senso e respeito, três palavras-chave que são importantíssimas em todos os aspectos durante toda a nossa vida, inclusive, e principalmente, na nossa sexualidade.

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