1 - Qual a relação entre sociedade do conhecimento e a lógica da mercadoria?
A sociedade do conhecimento proporciona todo tipo de informação que possa se tornar conhecimento, informações construtivas e àquelas que de nada serviram, cabendo ao indivíduo assimilar o que o interessa, a lógica mercadológica implica que conforme o mercado você precisa adquirir determinados conhecimentos, pois assim poderá evoluir, assim o individuo irá buscar e assimilar apenas informações que lhe convenha, alienando-se de outras questões tão importantes quanto ou até mesmo mais importante.
2 – Quais são conseqüências efetivas das pretensões universalizante do conhecimento?
Excesso de informação, das quais a maioria sem importância, o ser – humano está sujeito a todo tipo de informação e naturalmente assimila as que o convém e que esta mais acessível e fácil de compreender.
3 – Como a questão da redução penal pode ser compreendida a partir da idéia de “informar para desinformar”?
Com tanta informação o que é mais fácil e simples de compreender se torna mais acessível, esses adolescentes que vivem à margem e não tem base educacional e que muitas vezes tem uma família desestruturada, optam por uma forma mais fácil de ganhar a vida, mesmo que para isso tenha que responder criminalmente, a redução penal visa diminuir a maior idade penal de 18 para 16 anos, mas será que podemos incriminar um jovem que não teve base educacional nem familiar que escolhe a forma mais fácil para ganhar a vida, sem chance de reabilitação. A idéia de informar para desinformar, nos deixa cheio de opções de conhecimento para buscar e naturalmente assimilamos o mais fácil, aquele jovem mesmo sabendo o que é certo e o que é errado, opta pelo caminho errado por ser mais fácil.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Violência

O tema violência teve como texto de apoio o capitulo 4 do relatório Jacques Delors, onde se fala dos quatro pilares da educação, que formariam a base de individuo para a vida, não só de conhecimento e de formação profissional essa educação seria, feita continuamente e proporcionaria mas do que uma evolução pessoal mas uma evolução da sociedade, pois presaria o respeito a si e ao próximo, assim como a responsabilidade, a noção de conhecimentos gerais e o trabalho conjunto, ela serviria como guia.
Os quatros pilares da educação seriam:
– Aprender a conhecer, que seria a aprendizagem de uma cultura geral vasta, proporcionando a noção de várias áreas, para somente depois haver a especialização. Seria também o prazer do conhecimento.
– Aprender a fazer, estaria ligado a formação profissional, porém não de uma forma tecnicista, mas sim da qualidade humana, seria aprender a fazer e manter relações pessoais, portanto “mais uma qualificação social” e seria independente do estudo formal de cada pessoal.
– Aprender a viver junto. Considerado um grande desafio, pois essa seria a aprendizagem da descoberta do outro, de forma progressiva, para que não houvesse choque de diferenças e depois o crescimento mútuo, fazendo projeto conjuntos, esse seria o aprender onde o preconceito seria derrubado.
– Aprender a ser, contribuiria para o desenvolvimento total da pessoa, o permitiria compreender o que está ao seu redor, para poder então, tomar decisões, de forma justa e responsável.
Todas as formas, apesar de estarem aqui separadas, se inter relacionam e não deve ser aplicada em uma parte da vida ou em um local específico, como discutido em sala, essa aprendizagem tem de ser feita tanto na escola, como em casa, tem que ser constantemente estimulada nos lugares de exemplo da sociedade.
A violência seria combatida portanto com a educação, teríamos uma sociedade que ao saber as diferentes possibilidades optaria de forma responsável, para que não prejudicasse nem a si nem ao outro.
È interessante notar que os sistemas educativos atuais, primam pelo conhecimento formal, deixando de lado o conhecimento social, esse é um dos motivos que encontramos a violência, o preconceito e a discriminação em todas as classes sociais e não somente nas classes populares, como muitos acreditam. Exemplo disso foi o tema discutido em aula sobre o “rodeio das gordas” no InterUNESP, que apesar dos jovens envolvidos se encontrarem na elite intelectual, lhes faltou a aprendizagem acima descrita, principalmente aprender a viver junto e ser.
Nossa discussão nos levou a concluir que a educação social ainda é uma lacuna a se preencher na nossa sociedade, assim como quem deve ser o encarregado dessa educação, que concluímos que devem ser todos, tanto a família, como escola, como exemplos do dia -a- dia, afinal esse é um aprendizado constante, já que o indivíduo vive em constante construção e mutação do que é.
domingo, 7 de novembro de 2010
Sexualidade

Ao pensarmos no tema sexualidade abordado nas aulas e com as discussões que tivemos, principalmente na atualidade, podemos levantar uma serie de outras discussões, onde suas relações e resoluções dependem de além de aprendermos a conhecer, a fazer, a aprender a ser, mas a aprender a viver com os outros e a respeitá-los.
Situações como a popularização de novas tecnologias, sejam os celulares, as câmeras fotográficas, a televisão, a internet, entre outros, verificamos a mudança muito rápida de valores, como a fidelidade, a privacidade, a própria relação familiar, quando meninas de 15 anos engravidam, não tem uma estrutura boa e quem acaba por ter que cuidar da criança muitas vezes são os avós.
A própria exposição que temos hoje, tanto na internet com fotos divulgadas em sites de relacionamento ou em cenas de novela, onde mulheres aparecem semi nuas no horário em que famílias fazem suas refeições reunidas (o que também tornou-se raro) exemplifica uma banalização verificada principalmente entre os mais jovens, em relação a sexualidade.
Alem de todas essas situações também notamos que para os jovens, o tempo em que vivemos está “perfeito”. Não existe tanta cobrança, tabus, preconceitos e estigmas de antigamente, mas notamos um imediatismo exacerbado em todas as questões, inclusive, e de uma forma mais fácil de percebermos, na sexualidade e no próprio sexo.
E apesar de todos esses pontos negativos, podemos citar que para ambos os sexos, há muito mais tolerância, e de uma forma mais clara para a mulher, uma maior abertura para tomadas de decisão e as próprias escolhas.
Falta de limite, de conciliação entre experiências, sejam elas boas ou más, e não dar ouvidos aos mais experientes podem parecer conselhos ultrapassados, porém, são atitudes que revelam maturidade, bom senso e respeito, três palavras-chave que são importantíssimas em todos os aspectos durante toda a nossa vida, inclusive, e principalmente, na nossa sexualidade.
Assinar:
Comentários (Atom)
